terça-feira, setembro 16, 2008

Jardim Zoológico a 06/09

Após a visita ao Badoca Park (ver post anterior) e seguindo a mesma linha de passeio, fizemos uma visita ao Zoo de Lisboa .

O Jardim Zoológico de Lisboa foi inaugurado em 1884. As primeiras instalações situaram-se no Parque de São Sebastião da Pedreira, tendo transitado em 1894 imediatamente para norte, para os terrenos de Palhavã onde hoje se situa a Fundação Calouste Gulbenkian. Em 1905, o Jardim Zoológico foi transferido para a Quinta das Laranjeiras, em Sete Rios.
























O Jardim Zoológico reúne um conjunto de espécimes animais de todo o mundo, com cerca de 2000 animais de 332 espécies diferentes, divididos da seguinte forma:

- 114 mamíferos
- 157 aves
- 56 répteis
- 5 anfíbios


























A missão do Jardim Zoológico de Lisboa é a conservação e reprodução de espécies em perigo de extinção, a educação, a investigação científica e, naturalmente, o desenvolvimento de experiências lúdicas, para cerca de 800 mil pessoas anualmente.

Opinião pessoal, o parque para o seu pequeno tamanho está bastante bem aproveitado tendo visto e com louvor, bastantes modificações de forma a tornar o local mais confortável para os animais (desaparecimento gradual de jaulas) e mais atraente e moderno para os visitantes.
























Lembro-me quando era pequeno de fazer pena todos aqueles animais, principalmente felinos e primatas atrás de barras de ferro e em condições muito precárias. Tudo isso está a desaparecer sendo que a maioria desses animais tem o seu espaço livre de barras mas infelizmente uma coisa que não se pode alterar é o limite do espaço que ainda é reduzido no seu total e isso só se alterava com mudança do próprio Zoo para outro sitio mais amplo.





Atracções que podem ser aproveitadas incluem um teleférico que dá a volta ao parque, a casa dos répteis, a baía dos golfinhos, onde se pode assistir a um espectáculo com as acrobacias dos golfinhos e os leões marinhos (o qual assistimos e atrai muito a pequenada) e shows de araras, catatuas e papagaios.













Uma nota final de se indicar será a necessidade de ir ainda mais além com o parque. Apesar das obras e das grandes remodelações (bastante positivas), ainda existem áreas não muito bem definidas e desencontradas com a nova cara do Zoo como por exemplo uma área de estilo romântico (mas bastante belo) deixado ao abandono e até um jardim palaciano que apesar de bonito também não seduz os visitantes. Há que pensar nestes espaços entre outros para tirar o máximo partido do pequeno espaço do parque e homogeneizar a imagem do mesmo.


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