quarta-feira, outubro 29, 2008

Alto Douro e Trás-os-Montes 21-24/10

Bem, como é habitual, mais uma pequena escapadela, desta vez para o Norte de Portugal, para a zona de Trás-os- Montes e Alto Douro.

Assim foi, rumámos direito ao Norte, enfrentando nesse dia frio, vento e chuva.

O hotel onde ficámos foi um verdadeiro achado já que para além do hotel ser bastante novo e moderno as condições eram excelentes e a simpatia dos funcionários a cereja no topo do bolo.



As condições referidas são desde logo, a localização, cuja foto à esquerda pode demonstrar, o preço nesta época (50% desconto) e o acesso gratuito a certas coisas boas incluídas no pacote (piscina interior aquecida, jacuzzi, banho turco e sauna - ainda a refiro no desconto nas massagens).

Não gosto de fazer publicidade a hoteis mas desta vez fiquei rendido . Água Hotel - Mondim de Basto.

Ficam algumas fotos para mostrar o Hotel.


























































O primeiro dia (dia da viagem) foi o ideal para aproveitar todas estas coisas boas visto a chuva não parar.


















Segundo dia (e dia de Sol), iniciamos o nosso passeio e a primeira deslocação foi direito a vila Real (ou perto) para visitar o Palácio de Mateus. Pelo caminho ficam sempre belas paisagens


Uma aldeia lindíssima que avistamos (não me perguntem o nome) e de seguida paisagens pintadas a verde e dourado.






















Chegamos finalmente ao primeiro ponto de visita, o Palácio de Mateus.

O Palácio ou Solar de Mateus está situado na freguesia de Mateus, concelho de Vila Real, Distrito de Vila Real.

O projecto deste palácio foi presumivelmente desenhado pelo arquitecto Nicolau Nasoni no século XVIII para António José Botelho Mourão (primeiro morgado de Mateus).

O Lago, um espelho de água construído nos anos cinquenta do século XX, reflecte a imagem da fachada principal.
A escultura de João Cutileiro, que desde 1981 dorme no Lago, integrou já a imagem da Casa

Uma visão dos jardins.









































Um dos ex-libris do jardim é o famoso Túnel de Cedros.

Plantado em 1941 e tem 35 metros de comprimento, 7,5 metros de altura









Vista do interior

















Voltamos à fachada inicial para visita guiada ao interior, o qual não tenho fotos pois infelizmente eram proibidas (e desde já o meu voto contra). Uma palavra de agradecimento para a guia que para além da simpatia tirava quaisquer dúvidas que fossem colocadas.


Talvez o preço de entrada assusta mas foi uma agradável visita




















Um pequeno à parte, perto do Palácio de Mateus fica um sitio que tentamos visitar intitulado Sanuário de Panoias. Batemos com o nariz na porta...e depois publicitam, vá para fora cá dentro...









Após a visita seguimos o curso até Lamego para visitar o santuário de Nossa Senhora dos Remédios.

Começou a ser construído em 1750, para ser terminado em 1905, ocupando o monte onde existiu desde o século XIV, uma capela dedicada a Santo Estêvão.

Sitio de grande beleza mas um pouco ao abandono, falando propriamente dos jardins envolventes...



















































































Após, um salto à bela cidade de Amarante.

Amarante teve a sua origem nos povos primitivos que habitaram a serra da Aboboreira (habitada desde a Idade da Pedra), embora se desconheça exactamente o nome dos seus fundadores. Contudo, só começou a adquirir importância e visibilidade após a chegada de São Gonçalo (1187-1259), nascido em Tagilde, Guimarães, que aqui se fixou depois de peregrinar por Roma e Jerusalém. A este santo se atribui a construção da velha ponte sobre o Rio Tâmega.


Em 1763, ocorre a derrocada da velha Ponte de São Gonçalo devido às cheias do Rio Tâmega. Nos anos seguintes foi reconstruída com o aspecto que ainda hoje apresenta (ver foto de cima)










No início do Século XIX, Napoleão Bonaparte tenta invadir Portugal e sobre Amarante passaram também estas invasões francesas, sendo palco do heróico episódio da Defesa da Ponte de Amarante que valeu ao General Silveira o título de Conde de Amarante e a própria vila de Amarante teve a honra de ser agraciada com o colar da Ordem Militar da Torre e Espada que reflecte no seu brasão municipal.

Ficam de seguida fotos da Igreja de São Gonçalo.























Este dia ficou então feito....

Dia seguinte, e à vista do Hotel (ver uma das primeiras fotos deste post) fica o alto da Senhora da Graça, "montanha" com 900 mts de altitude e onde poderá ter existido a célebre cidade de Cinínia, onde pontificava a belicosa tribo dos Tamecanos.

No topo fica o pequeno santuário do mesmo nome.



























Este é um lugar verdadeiramente panorâmico, é possível vislumbrar as serras do Alvão e Marão.

De seguida, uma travessia á pequena serra do Alvão que apesar do tamanho não deixa se chegar aos 1339 mts de altitude. Serra de planaltos, pertence ao maciço antigo e é essencialmente granítico. Local de imensa beleza e de aldeias bastante típicas.











































As duas fotos acima (em preto e branco como experiência fotográfica), bem como a que se vê á esquerda e em baixo igualmente à esquerda, são da aldeia histórica Lamas d´Olo


A foto em baixo e à direita é a tirada de uma barragem no topo da serra


























Saídos da serra, um rápido salto a Mirandela (Caladunum na altura dos Romanos)

A ponte velha de Mirandela (Século XV) foi durante centenas de anos a única via de atravessamento do rio Tua para os mirandelenses. O longo tabuleiro horizontal assentava originalmente em vinte arcos desiguais, numa extensão de 230 m




Ficam algumas fotos da bonita cidade.







































Sendo que estávamos em Mirandela, foi dado um salto a Vila Flor (ao que parece, onde fizeram filmagens para uma telenovela portuguesa).


































Com o dia a acabar, rumámos para o Hotel, mas ficou mais algumas fotos tiradas, sendo esta primeira a da linha do Tua (bastante famoso por razões negativas) e uma foto das vinhas desta bela zona do Alto do Douro.



































Dia da partida e com grande pena, ficam algumas fotos tiradas nas imediações do Hotel e em particular do rio Tâmega, num pequeno passeio a pé a partir do Hotel. Palavras para quê?

















































Ainda em viagem, uma pequena passagem pela cidade histórica de Guimarães, para visitar o castelo.

Fica feita esta viagem. Next!



















































































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